bem que o médico podia ter espetado um bisturi na [...]
vou deixar email dela pra vocês xingarem muito ela blé
claudia_balsa_@msn.com
Cor Preta
De entre as suas cores favoritas estão o laranja e o
vermelho. Mas ele adora mais o preto. Ele é naturalmente
“moreno/loiro” mas como um homem loiro ele não
se pode imaginar!
Música
Nena, The Rasmus, Green Day, Coldplay, Keane, David Bowie, Gwen
Stefani, Pink…
Piercings e Tatoos
Ele tem um piercing na sua sobrancelha esquerda e outro na
língua. De tatoos, ele tem o logo dos Tokio Hotel na nuca e
uma estrela na sua barriga. (todos nós sabemos ele tem
mais um tatoo no seu antebraço direito com a palavra
“Freiheit 98″ - Liberdade)
Comida
Pizza e massas - O Bill pode comer isto o dia todo. Mas ele
também tem uma fraqueza por hamburguers e batatas fritas!
Ele pede sempre um Big Mac e um batido de baunilha quando vai ao
McDonald. Tem sorte por não o pudermos ver com esta
paixão.
Dobragem
Junto com a sua estrela famosa - a cantora alemã Nena -
esteve por muito tempo em estudio fazendo uma dobragem para o filme
animado “Arthur and the Minimoys”
Mar e praias
As minhas férias de sonho? Sol, palmeiras e mar! O
melhor seria desfrutar disto e viver numa pequena casa na
praia.
Ice Tea
O Bill neste momento gosta de chá gelado. Fartou-se das
bêbidas energéticas.
Macacos
O seu animal preferido.
Estilo Rock
Casaco de pele, jeans e uma t-shirt apertada. Podes ver o Bill com
este estilo muitas vezes.
Gémeas
Olsen
Seu desejo escondido é conhecer as famosas gémeas
Olsen. Elas para ele são muito divertidas e queridas.
Sonhos de
Criança
Quando era criança queria ser uma bruxa ou um cantor.
Pessoas cruéis dizem que ele é as 2 coisas
graças aos Tokio Hotel.
Amor verdadeiro
Quando o questionares sobre o que ele acredita, ele
responder-te-á muito romanticamente…. “No amor
verdadeiro”!
Chá de
Camomila
Brr, dirás tu provavelmente. Mas é este chá
muito importante na vida dele. Ajuda-o nas suas cordas vocais.
Maçãs
Ele adora maçãs! Mas não para comê-las
porque tem alergia às vespas. Mas ele adora os computadores
da Apple e tudo o que tenha a ver, por exemplo: iPhone, iPod, etc.
Graças ao seu iBook ele pode ler os mails da suas fãs
e ouvir música pelo caminho
Entrevista por: Alain Bieber -
Spiegel-Online
Dois gêmeos e milhares de fãs... tem uma grande
opção de escolha. Mas como são eles realmente
na cama? Vamos diretos á questão de Tom nos quartos
de Hotel.
Tom: Sim, bem as garotas não vêm assim tão
rápido ter conosco, mas sim, houve uma garota, ela era
bonita. Eu fui para o meu quarto e passados uns 5 minutos ela bateu
à minha porta e ficou ali, eu abri a porta e perguntei o que
ela queria, e então ela disse que queria falar comigo...e eu
disse sim, entra, vamos conversar.
Bill: E o resto é história!
Por causa das "histórias com mulheres" o Tom é
famoso, porque ele simplesmente não consegue dizer
não às groupies. O vocalista, Bill, tem também
montes de fãs, mas ele não está à
procura.
Bill: Eu não sou rapaz de uma noite, eu... não sei,
tem que envolver sentimento.
Dois irmãos e duas opiniões completamente diferentes
sobre sexo com groupies. O que pensa o resto da banda sobre este
tema? O georg e o Gustav dão-nos poucas
informações sobre isso:
Tom: Sim eles já disseram...
Bill: Vá lá deixa eles falarem!
Georg: Eu diria que não acontece tão frequentemente
como com o Tom... mas sim, acontece de vez em quando, mas
raramente.
Gustav: Sim, concordo.
O Bill é o único que deixa as fãs saberem que,
devido á rotina, é difícil arranjar a pessoa
certa. O que é difícil para o adolescente de 17
anos.
Bill: Para mim já foi à muito tempo... o
último namoro foi à dois anos atrás, por isso,
foi antes dos Tokio Hotel. Foi essa a relação mais
longa que tive.
Após esta confissão o Bill quebra ainda mais
corações... mas quem quer uma noite com um dos Tokio
Hotel, deverá pensar em outro dos rapazes.
A banda de mais sucesso da Alemanha lança o seu segundo
álbum. Sophie Albers encontra-se com os Tokio Hotel para a
entrevista.
Nota de agenda: Tokio Hotel. Local: Teldex-Studio no campo de luz
de Berlim, num lugar qualquer na residencial Pampa fora da
cidade nuclear. Por causa do "completo segredo" estão
precisamente a horas três garotas na entrada, que conversam
sobre o fato de não saírem dali, "independentemente
do que se passar". A casa branca está entre pinheiros altos,
um segurança atravessa-se no caminho.
Finalmente dentro. Uma mulher de etiqueta tenta permanecer no
horário e encarrega-se do fato de eu e um colega de trabalho
podermos ouvir de novo o novo álbum Zimmer 483 antes da
conversa. O que não era possível antes por
razões de segurança. Entretanto o canal de
crianças entrevista a banda. O penteado estilo Manga do Bill
vê-se da janela do estúdio.
A banda jovem com mais sucesso da Alemanha são quatro
rapazes de Madgeburg, começaram como uma banda de
estudantes, tocada alto e com o conceito dos gritos contra as
náuseas da puberdade com o claro pop-rock, subiram ao trono
pop da Alemanha. As músicas chamam-se Schrei (Grito) ou
até Rette mich (Salva-me). Agora ainda vêm Spring
nicht (Não saltes) e Ich brech aus (Eu fujo/rebento). Porque
na Alemanha já todos os recordes foram batidos e todos os
prêmios ganhos, agora é a vez da Europa: o
álbum de revelação na França já
atingiu estatuto de ouro.
O vocalista é Bill Kaulitz de 17 anos, uma maquiagem
mórbida, rapaz magricelo com cabelo fora do normal. O seu
irmão gmeo Tom, rastas e calças largas é
considerado o bad-boy da banda, toca guitarra e fala com prazer
sobre sexo. Gustav tem 18 e não fala de todo com o mesmo
prazer com que toca bateria. Georg tem 19 anos, é o mais
velho e toca baixo.
Fizeram-se famosos por todas as coisas das comunidades de
fãs. São geralmente garotas, a maioria com 13
anos que rebentam com gritos estridentes logo que os Tokio Hotel
aparecem em qualquer lado.
Os conhecemos, por fim, num salão onde, de outra maneira,
estariam admissões para orquestra. Cadeiras expostas em
círculo como num grupo de auto-ajuda mas mais
estreito.
1. Pode uma pessoa preparar-se para a fama?
Bill [radiante num bom-humor, com uma grande cruz prateada ao
pescoço]: Não! Muitas pessoas tentaram nos preparar
para o sucesso e disseram: "Pode ser que passe animal pela manta".
Por fim ninguém entende como se torna real. Nós
também não.
2. Á contudo, assim como o treino-de-estrela, contato com a
mídia...
Bill: Aí nós sempre nos defendemos contra. Editoras
discográficas tentam fazer isso com prazer, querem te
colocar de qualquer maneira. Nós sempre dissemos desde o
princípio que vamos para onde a corrente nos leva, queremos
sempre dizer a verdade. Não queríamos estar numa
gaveta. Queríamos sair, ver o que as pessoas fazem e
responder, como fazemos sempre.
3. Houve momentos em que a atenção exigiu
demais?
Bill: Há momentos em que uma pessoa pede que o
público se vá embora. O que me enerva são os
paparazzi. Nunca tinha imaginado isto assim. Antigamente, quando as
pessoas estavam excitadas com isto, pensava sempre: " Venham agora,
afinal não é assim tão mau. As pessoas
estão interessadas." Mas entretanto, acho que é
realmente horrível.
Tom [com as longas pernas na cadeira flui, diz na sua camiseta
XXL]: Eles também só estão a fazer o seu
trabalho.
4. Quão longe já foram contigo, Bill?
Bill: A mim já me fotografaram nas férias, por
exemplo, nas Maldivas. No Jetski. Ou quando estamos festejando
à noite. Aí fotografaram nos e os animais depois
lançaram uma história a dizer que como jovens de 17
anos saíamos à noite. O que é normal, no
fundo...
Georg [inclina-se para frente, interessado]: Me mostra um jovem na
Alemanha que não saia à noite!
Bill: Isso já irrita, que as coisas são postas
assim...
5. Mas, mais uma vez, é o trabalho deles.
Tom: Exatamente.
6. Uma pergunta para as fãs: Uma adolescente com aparelho
nos dentes tem geralmente uma chance de se aproximar de
vocês? O Tom relatou recentemente que uma garota foi para o
seu quarto de hotel...
Tom: Não quero agora denunciar nenhum truque, mas... [a
pedido da editora discográfica retiramos as dicas do
Tom]
Bill: Por favor não escrevam isso!
7. Não, não se preocupem.
Tom: Isto não é assim tão pesado. Estão
constantemente perguntando se conseguimos imaginar uma fã
como namorada. Em todo o caso...
8. Eu penso antes como é que se consegue passar por todos os
tipos de segurança...
Bill: Claro que temos seguranças quando estamos em
digressão. Mas quando estamos no quarto, estamos realmente
sozinhos, sem qualquer guarda-costas. E eles também
não estão à nossa porta.
Georg: Eles também não dormem conosco.
Bill: Muitas coisas que nós gostamos de fazer, os
seguranças decidem. Mas isto é uma coisa que
nós levamos a cabo. Eu não quero isso. Eu
não quero ser controlado, nem explicar onde vou, porque isso
limita. Eu já tenho de qualquer maneira uma esfera privada,
e lá quero fazer o que me realmente apetecer. Eu não
quero esse controle.
9. Quando as fãs estão realmente à sua frente,
sai geralmente alguma palavra?
Bill: Maior parte da vezes não muito. Então nada
ocorre a elas. Mas isso eu também consigo perceber. Se eu me
tivesse encontrado com a Nena aos 10 anos, aquilo já tinha
dado para mim...
Tom: Por isso eu coleciono há anos perguntas para fazer
à Angelina Jolie para o caso de a encontrar alguma
vez...
10. Na verdade, estas garotas também funcionam sem
vocês. Elas também gritam quando vocês
não estão.
Bill: Sim, mas eu espero que elas também gritem quando
ouvirem uma nova música nossa. Gritar também é
uma sensação de liberdade.
Tom: Tu também gritas quando estás feliz.
11. Sentem-se livres nas vossas decisões?
Tom: Nas decisões em todos os casos, sim.
Georg: Definitivamente.
Bill: Também lutamos por isso um bocado. Precisamente quando
uma pessoa é nova não é levada a sério.
Como antigamente na escola. Os mais velhos diziam: "Oh, eu
já tenho tanta experiência". Uma pessoa tinha de ouvir
sempre isto, precisamente o que uma pessoa sente. As pessoas mais
novas também têm uma opinião justamente
honesta.
Tom: Sobretudo para isso é preciso fazer erros simples.
Todas as pessoas querem, quase sempre, excluir isso, mas...
Bill [interrompe-o, fazem-no mutuamente]: Nós dissemos desde
o princípio que nós decidimos tudo por si, e queremos
realmente ser incluídos em tudo, músicas, concertos,
nós fazemos o próprio desenho do palco...
12. É uma lenda popular entre estrelas-pop, este "Nós
fazemos mesmo tudo..."
Bill: Sim, mas nós somos de verdade assim.
Tom [interrompe-o]: Isso é realmente um clichê,
principalmente quando uma pessoa pergunta a uns quaisquer artistas
plásticos que foram lançados juntos «Fazem tudo
vocês mesmos?» «Sim, claro». Provavelmente
toda a gente diz isto...
Bill: Mas conosco uma pessoa pode seguir atrás melhor,
porque os nossos antecedentes também são conhecidos.
E como se vê o estilo foi sempre assim. Desde o
princípio que eu me defendi quando qualquer pessoa dizia:
«Hey, ouve, nós queremos assim e
assim...».
13. Alguma vez tiveram alguém que quis mudar concretamente a
aparência?
Bill: Quando eu fiz outro penteado, tive por exemplo curto e depois
longo, foi um grito animal! A editora discográfica
mencionou: «És tolo», e todos à volta
disseram «Não, a tua imagem de marca, não podes
fazer isso. Oh Deus, que dirão as pessoas?». Depois
houve novas fotografias, e todos tiveram preocupações
enormes, eu pensava assim: «Hey, gosto dele, vai ficar muito
bom.». Sou tão "dono do meu umbigo". Eu simplesmente
decidi isto e não perguntei depois a ninguém. E
às vezes o grito é maior lá.
"E depois vai para os bastidores"
Um segredo do sucesso da banda jovem Tokio Hotel está
também obviamente na combinação Tom e Bill. Um
diz, pelo menos, que dorme com garotas que conseguem ir ao seu
quarto de hotel, o outro promete que espera pelo grande amor da sua
vida. O que há mais de tranqüilizador para uma garota
na puberdade, inundada de mais hormônios do que de
segurança, que nada lhe acontecerá quando ela escreve
«Bill fick mich» (Bill f***-me) no seu decote. Quebra
de tabu controlada por excelência.
Mas por vezes ouvimos as tão famosas fantasias
eróticas que as jovens alemãs têm:
14. Na verdade, os quartos de hotel são as suas
próprias primeiras "casas"...
Bill: É verdade.
15. No entanto têm quartos individuais...
Bill: Sim.
Georg: No princípio quartos duplos.
Bill: Também já aconteceu ficarmos os quatro num
quarto.
Georg: Muito antes dormíamos em tendas quando
estávamos em tour com os concertos.
Tom: Como já falasse, os quartos de hotel são para
nós os primeiros apartamentos. Quando uma pessoa está
em movimento o dia todo com muitas pessoas, também deve ter
de vez em quando as suas próprias quatro paredes.
16. Têm algumas histórias divertidas de Hotel para
contar?
Bill: Tivemos precisamente uma má experiência! Foi em
França, tinham baratas no hotel...
Tom [interrompe o irmão]: Mesmo no princípio,
estávamos pela terceira ou quarta vez no hotel,
observávamos pessoas enquanto f**iam...
Bill [reflete que as baratas realmente não são
Rock'n'Roll]: Ah, foi legal... isso já é uma
história antiga, mas eu lembro-me disso com gosto. Foi em
Hamburgo num hotel, e temos realmente uma hora e meia com
isso...
Georg: Estava um frio de morrer, tinha chovido e tínhamos de
ir para um terraço para poder observar perfeitamente.
Bill: Pensamos só quem se despia. Foi lindo. E também
ainda vimos no dia seguinte ao pequeno-almoço.
Georg: Às vezes telefonávamos para o quarto. E o cara
desligava furioso.
Bill: Desligou do gancho. Atendia sempre e logo depois no mesmo
mau-humor, porque ele só estava presente...
Georg: E depois desligavam as luzes e nós refletíamos
como empurrar uma nota de dez euros debaixo da porta.
17. Despacharam depois as baratas?
Bill: Sim, tiramos elas com água.
18. Isso não as mata...
Bill [ainda olhos grandes e um enojado hhmm..]
19. Quando é que "ser estrelas" desapontou vocês
pela primeira vez?
Tom: Quando estivemos pela primeira vez numa entrega de
prêmios e fomos aos bastidores. Acho que foi no Comet.
Bill: Eu imaginava simplesmente diferente. Na televisão
vês sempre essas grandes luzes e essas pessoas maquiadas do
top, e depois tu vais para os bastidores e de qualquer
maneira...
Tom: ...e lá também todos participam sempre em:
à frente da câmera um diz «Aqui está
fantástico», e depois vão para os
bastidores...
Bill: E lá não há nada de errado! Nos
bastidores vês estas paredes cintilantes e depois vais
atrás e é só desta grossura [mostra com os
dedos 2 centímetros], e atrás os cabos todos
pendurados. E pensas assim, na verdade há aqui muitas coisas
simplesmente falsas!
Georg: Tudo de cartão.
Bill: E os camarins imaginas sempre...
Tom: No entanto também há em parte salas de
bastidores bonitas.
Georg: Enfim.
Bill: Também há coisas a que já estamos
habituados. Agora não é nada que me admire...
Georg: Antes pensávamos que tinha Jacuzzi com um par de
mulheres lá dentro...
Bill: É o que se diz.
20. Então devem deixar as mulheres entrar. Designar-se-iam
desiludidos?
Tom, Georg: Nãão.
Tom: Quer dizer claro que, em todo o caso, há coisas onde
uma pessoa se desaponta. Por exemplo as salas de bastidores.
Bill: Não diria desiludido. Nós aprendemos, nos
tornamos mais maduros. Claro que recebemos muito. E também
acho legal que com 17 anos, corremos à volta e sabemos como
tudo decorre. É uma experiência bacana.
21. Outra vez uma pergunta para as garotas: Quando elas gritam elas
referem-se não a vocês mas sim às estrelas,
à imagem que vocês vendem. Isso não os
incomoda?
Georg: Elas já gritam para nós...
Tom: Contudo as pessoas já sabem muito sobre nós.
Elas não gritam só para os meus dreads...
Bill: Também há fãs, com quem nós nos
encontramos sempre, elas estão em muitos hotéis, e
também já falamos com elas. Elas já nos
conheceram de verdade, o que contamos e o que fazemos. Apesar
disso, gritam novamente na próxima vez.
Tom: Também estão interessadas na própria
pessoa.
21. Ok, o que eu quero dizer é: outro músico do mesmo
modo violento uma vez disse: «Eu sou um objeto sexual, e de
lá já não saio mais.» Isto soa um bocado
feliz.
Tom: Sim, é mau, eu também sou um objeto sexual...
[dá risadinhas e grunhindo]
22. Vocês são constantemente insultados, isso os
incomoda?
Tom: Eu acho isso, na verdade, completamente ok. Claro que
ninguém é insultado com gosto. Mas a banda não
lida com nada disso assim. E eu também ia achar bastante
aborrecido se toda a gente achasse bom. Tal e qual como iria ficar
aborrecido se nos nossos concertos só aplaudissem. Por outro
lado há pessoas que lidam conosco, especialmente em
construir cartazes...
Georg: Fazer páginas de internet...
Bill: Também é que nós só não
conhecemos desde que somos bem sucedidos. Quando já
estávamos no palco aos dez anos haviam sempre pessoas que
pensavam «Banda de crianças». Mas com o passar
do tempo uma pessoa enterra isso. E se realmente as críticas
são feitas a determinadas coisas, devem soar silenciosas
às vezes.
23. Se fosse oferecido um contrato a solo ao Bill o que
aconteceria?
Tom: Esta você deve responder.
Bill: Bom, também já dublei um filme ["Arthur e os
minimeus"]. Todos têm de qualquer maneira espaço para
fazer as suas coisas. Muitas bandas se separam nisso, porque [o Tom
tenta interrompê-lo, o Bill ganha] são uma
união nisso, não podem fazer nada, não podem
sair. Conosco cada um pode sair às vezes. Quando
alguém diz «Agora quero desenhar e fazer uma
exposição ou dublar um filme ou ser ator»
falamos sobre isso. Não o guardamos em segredo.
25. Há nos EUA uma garota de 11 anos, Bianca Ryan, que
provavelmente irá ter uma carreira muito cedo semelhante
à de vocês. Se lhe pudessem dar um conselho, qual
seria?
Bill: Portanto, eu não lhe daria absolutamente nenhum
conselho. Eu também sempre odiei quando as pessoas me diziam
ou aconselhavam alguma coisa...
Tom: Isto soa tão precoce.
Bill: Sobretudo, também não ajuda. Por fim, deves
experimentar tudo tu mesma. Assim é também muito mais
emocionante, do que as pessoas te dizerem tudo e anteciparem
tudo.
26. Não há nada que ela deva evitar?
Bill: Ela deve experimentar. Em todo o caso, nós crescemos
com cada obstáculo.
Tom: Uma pessoa deve, às vezes, também cair para se
levantar novamente.
27. [Um par de perguntas para todos os pais que têm medo que
o seu filho, em qualquer altura, arranje um lápis de olhos]
Bill, quanto tempo precisas para ficar assim?
Bill: Não tanto como as pessoas pensam. Quando me levanto de
manhã, incluindo lavar os dentes e tudo isso, mais ou menos
30 minutos.
Georg: Eu preciso de mais...
Bill: incluindo maquiar.
Tom: Eu tomo banho sozinho uma meia hora.
28. Usas também lápis e coisas pessoais?
Bill: Sim! Normalmente sempre tive. Só agora quando vou
pessoalmente à rua, é que não vou maquiado,
claro, de modo a ser o mais discreto possível. Lá
ponho capuz e cachecol e assim, de modo a ninguém me
reconhecer...
Gustav [Quase se assusta, quando depois diz]: Mesmo no
Verão...
Bill: Senão tinha de ter sempre. Já fui assim
à escola.
29. Como foste então?
Bill: Sinceramente disseram que tinha saído do carnaval.
Já fui algumas vezes como vampiro, e acho vampiros e bruxas
totalmente bacanas. Apetecia-me isso.
30. Quando é que pintaste pela primeira vez os olhos?
Bill: Há quanto tempo foi? [olha para o Tom] Há seis
anos...[portanto com onze]
31. O que é mais difícil: em cima do palco ou em
baixo?
Tom: Em cima.
Gustav: Depois do concerto e antes do concerto.
Bill: Estamos completamente nervosos. Claro que é triste
irmos para baixo quando o concerto acaba. Quando estou pela
primeira vez lá fora, conseguia tocar muito além
daquilo.
Tom: São sensações diferentes: Quando vais
lá para cima, estás excitado, quando vais lá
para baixo, ficas completamente...
Georg: Relaxado.
Tom: Tens adrenalina em ti. Mas também estás ao mesmo
tempo contente. Cai-se tão bem num buraco depois.
32. Quando alguma coisa é atirada para o palco, preferem o
quê: urso ou soutien?
Tom: Na verdade, gosto de ambos.
Bill: Mas soutiens são mais agradáveis. Quer dizer,
que rapaz não gosta de roupa-interior... [Ainda está
radiante, e uma pessoa pensa 'Teddy, Teddy, Teddy']
33. Acreditam na vida depois da morte?
Bill: Acredito em alguma coisa depois da morte. Ou seja,
acreditamos que em todo o caso se deixa alguma coisa para
trás. Não acredito que alguém simplesmente se
vai assim, e logo de uma vez ficará longe.
34. O que deixavam para trás? Espiritualmente, a
música...?
Bill: Para nós certamente a música, mas acredito que
cada pessoa deixa para trás de tal modo, coisas
pessoais...
Tom: Também acredito que cada pessoa está destinada a
qualquer coisa. E também acredito que depois da morte o que
vem...
Bill: Eu não sei o que está lá, mas
está!
35. Quem limpa em casa os seus quartos?
Todos: Nós!
Georg: Eles não estão na verdade assim tão
desarrumados, porque nunca lá estamos.
Tom: Também não gosto quando outras pessoas remexem
nas minhas coisas...
Bill: Muitas vezes as mães têm o costume de arrumar e
guardar todas as coisas...
Tom: Mas eu tenho na minha desorganização a minha
própria organização.
36. Já alguma vez se mascararam para ir para a rua? Como
dissesse agora mesmo com capuz e cachecóis?
Bill: Não com bigode falso e tal, antes mascarado, só
capuz por cima...
37. Mas na verdade isso também dá nas vistas.
Bill: No Verão tens um problema. Mas comigo vai sempre um
boné, para que não se veja o cabelo.
Tom: O Verão, para mim, é um bocado
desfavorável. A única possibilidade de esconder o meu
cabelo é com grandes boinas de lã.
Bill: Perucas também são uma possibilidade.
38. Se pudessem ser outra pessoa qualquer, quem seriam?
Georg: Portanto, eu gostaria de ser, em todo o caso, durante dois
dias, uma mulher.
Bill: Eu gostaria de ser o Brad Pitt um dia inteiro, é que
depois conseguia estar junto com a Angelina Jolie...
Tom: Eu gostaria de ser uma das gêmeas Olsen. Depois podia ir
com a outra para a banheira e à noite dormíamos um
pouco juntos na cama...
39. [Fiz a célebre pergunta do questionário de Marcel
Proust]: Têm heróis na história?
Bill: Hmm, não.
Calma no quarto das crianças
Eles são a banda alemã com mais sucesso, ganharam
todos os prâmios que a indústria musical tem para
oferecer, estiveram em todos os tapetes vermelhos e sentaram-se em
todos os sofás da televisão da república.
Depois da escolha de sucesso inesperada, o álbum Schrei,
segue-se agora para os Tokio Hotel o dever: o difícil
segundo álbum, que tem o título de Zimmer 483 e que
já está à venda. Razão suficiente para
uma conversa com o vocalista Bill Kaulitz.
Bill, já conseguem perceber o que aconteceu com vocês
no ano passado?
Bill: Dificilmente. Tivemos as férias livres, viajamos
até às Maldivas e conseguimos assim deixar passar um
bocado em revista, observar tudo mais uma vez à
distância. Isto é um bocado denso. Quando olho para
mim, tudo o que viremos a fazer neste ano, soa já muito
poderoso. Às vezes não consigo acreditar que
faço isto tudo e que isso se volta para nós.
Dissesse que pensavas que as férias eram exclusivamente para
"Relaxar, encostar, e dormir". Que pensamentos te passaram pela
cabeça quando pensaste no retorno?
Bill: Estava muito curioso, porque eu sabia que o single e o
vídeo esperavam. Eu quero sempre sair com as novas coisas,
quero que as pessoas ouçam. É como um tesouro, e
depois é desenterrado, todas as pessoas vão falar
sobre isso. Portanto: estava muito nervoso quando pensava no
retorno.
Escreves as músicas de modo diferente com a
consciência que desta vez toda a gente realmente ouve?
Bill: Não fizemos nenhuma pressão. Muitas
canções foram feitas na estrada, às vezes eram
também idéias antigas em que nós pegamos
novamente. Em parte, tínhamos idéias que primeiro
tínhamos de deixar á parte, para que amadurecessem.
Ou porque ainda não eram exatamente o que queríamos.
Três semanas depois descobres: «Oh, isto está
mesmo legal!» Às vezes é importante que
além disso, haja alguma distância.
O seu primeiro single Übers Ende der Welt pega no tema
"Metrópoles" de Fritz Lang: Robôs trabalhando
sincronizados num mundo de arte inóspito. Isso parece muito
sombrio e melancólico, apesar do final feliz. Porque
tão pensativo, quando o mundo para vocês deveria ser
rosa?
Bill: Nesse tempo nós vínhamos também dum
completo dia-a-dia: tínhamos escola todos os dias, todos os
dias o mesmo programa. Todos achávamos isso uma merda, de
acordar todos os dias cedo e fazer sempre as mesmas coisas. A
única coisa que nos dava alegria era a música.
Nós mantivemos, acreditamos nela e queríamos
absolutamente que chegasse a alguma coisa. E queríamos que
as outras pessoas também o fizessem, não nos podemos
deixar ser agarrados assim pelo dia-a-dia. Às vezes uma
pessoa deve arriscar e com os seus talentos, que talvez tenha, sair
da rotina do dia-a-dia. Acelerar e quebrar fronteiras. É por
isso que o vídeo também é assim.
Uma motivação, portanto, para os jovens da sua
idade?
Bill: É igual qualquer que seja a profissão, igual o
que quer que se faça, uma pessoa depara-se sempre com
quaisquer fronteiras, que talvez não se perceba, mas que
estão lá. E uma pessoa deve ter coragem para
quebrá-las.
O título do álbum é Zimmer 483, querem manter
secreto o seu significado? Há críticas que gozam
dizendo que foi aí que tiveram a primeira vez. Portanto
agora: O que é que tem a ver com vocês?
Bill (sorri ironicamente): Oh, há uma quantidade de
disparates como "4 pessoas, 8 olhos, 3 instrumentos" ou assim. E
também ouvimos que o primeiro single da Nena saiu em 1983,
absolutamente todas as coisas em que eu não penso. Portanto,
existe mesmo este quarto e tem um grande significado para
nós, porque lá passou uma coisa essencial que
contribuiu para este álbum. No mínimo tão bom
como sexo.
Como lidam com o fato de que milhares de garotas iriam com
vocês para o quarto de hotel a qualquer hora? Também
carregam uma quantidade de responsabilidade.
Bill: Claro que ser conhecido é um sentimento
agradável, e há lá muitas garotas. Mas eu
tornei-me completamente cuidadoso. E com o tempo deixei cada vez
menos pessoas estarem à minha volta. Com isso claro que
também menos garotas conseguem tocar, precisamente porque,
de tal modo muitas querem alguma coisa e alguma coisa que contar.
Aí é pesado. Mas se me envolvo com alguém
depois, também é realmente estável e significa
alguma coisa.
É difícil distinguir quem te ama e quem a ama a tua
fama?
Bill: Sim, exatamente. Por isso também é preciso
tempo simplesmente para ganhar confiança. É muito
difícil. Quando é só para sexo claro que
é outra coisa. Mas quando tu procuras alguma coisa
séria, é difícil de distinguir.
Vocês quatro tiveram agora um ano no estúdio, com
entrevistas e no tourbus, um a seguir ao outro. Nunca há
discussões entre vocês? E se há, então
como é que são?
Bill: Claro que há momentos, quando entras nos corredores do
hotel de manhã e simplesmente desejas não ver nenhum
dos outros. Isso é muito óbvio, tanto como nós
estamos na estrada. Por isso precisamos também às
vezes de tempo fora. Não há ninguém que devore
qualquer coisa nele próprio.
Como foi também, no Stefan Raabs "Stock Car Challenge",
conhecer o sentimento de ser vaiado? Doeu?
Bill: Muitas bandas têm fãs que estão lá
e aplaudem bem comportados. Conosco é ao contrário.
Temos pessoas que assobiam e que acham que é uma merda
total, e depois também há pessoas que gritam.
Não trocava por nada. Quando vejo o povo que
não nos suportam, que pintam placas e mudam os nossos
textos, penso sempre: «Idade, para que se dão ao
trabalho, se isso mete assim, tanto nojo?!».
No Outono tornas-te adulto. Qual é a primeira coisa que vais
fazer com o cheque gordo da editora?
Bill: Não faço idéia, acho que até
lá vamos tirar a carteira de motorista, talvez depois
comprar um carro para mim. Mas somos cuidadosos. Quem sabe o que
acontece com o carro que diriges pela primeira vez.
No ano passado não perderam nenhum prêmio de
música. O que pode de lá vir mais? Na verdade, pode
ainda só piorar, ou não?
Bill: Pensei isso depois da primeira música: Merda, mais do
que primeiro lugar não passa! O que ainda queremos fazer
lá? E também muitos nos disseram: «Têm
tanto sucesso, não conseguem alcançar muito mais na
Alemanha!» Mas eu penso, vão haver de novo sempre
momentos que nos fazem espantar.
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